domingo, 31 de outubro de 2010

Micropoema Facebookiano #2

Inaudito, oh maldito desejo corriqueiro/
Benfazejo, quando o repito, grito/
Quando aflito, revejo o desejo/
Espero, aflito lampejo/
Do desejo, grito, maldito.

Micropoema Facebookiano #1

Em que ponto tu acabastes de ver/
O que não nasce, não morre, ser/
Voltar a rejeitar o que é maldito/
Por um tortuoso caminho inaudito/
No fim do infinito, lugar de morrer.